Melhor maquininha de cartão para cafeterias em 2026: 6 opções para ticket baixo e fila rápida

Por · Atualizado em 5 de setembro de 2026 · Maquininhas por Segmento

A melhor maquininha de cartão para cafeteria em 2026 é a InfinitePay Smart, porque combina a menor taxa de crédito à vista da amostra com Pix gratuito e sem teto, que é onde o dinheiro escapa em negócio de ticket baixo. A Ton T3 vem logo atrás pela cobertura de vale-refeição, decisiva em cafeteria de rua com público de escritório. E quem opera quiosque ou carrinho resolve com a Mercado Pago Point Air 2.

Principais conclusões

Este comparativo cobre cafeteria de bairro, coffee shop, quiosque de shopping e carrinho de café especial. O critério de ordenação foi o custo por transação no mix real do setor, com peso alto em débito, Pix e crédito à vista. Casas que vendem pão e produto de padaria em volume encontram um recorte próximo no guia de maquininhas para padaria.

As 6 melhores maquininhas para cafeteria: o resumo

  1. InfinitePay Smart, melhor no geral, por Pix gratuito ilimitado e menor taxa de crédito à vista.
  2. Ton T3, melhor cobertura de vale-refeição, com mais de 50 bandeiras aceitas.
  3. SumUp Solo, menor taxa de débito do comparativo, ideal para casa com muita venda no débito.
  4. Mercado Pago Point Air 2, melhor para quiosque e carrinho, pelo tamanho e pela liberação imediata.
  5. PagBank Moderninha Plus 2, melhor para dividir o recebimento entre sócios no mesmo aparelho.
  6. Cielo LIO On, melhor para rede com mais de uma loja e controle de estoque.

A conta que define a maquininha de uma cafeteria

Uma cafeteria com ticket médio de R$ 22 e 1.500 vendas por mês fatura R$ 33 mil. O mesmo faturamento numa loja de móveis sai em 30 vendas. A diferença muda tudo na escolha do terminal.

Centavo por transação importa. Numa venda de R$ 22, a diferença entre 1,35% e 1,99% no débito é de 14 centavos. Multiplicado por 600 vendas no débito, viram R$ 84 por mês, ou R$ 1.008 por ano.

O Pix virou o meio de pagamento dominante no balcão. Cliente de cafeteria paga café com Pix sem pensar. Marca que cobra 0,99% sobre esse volume come uma fatia relevante da margem, enquanto três das opções deste ranking cobram zero.

Velocidade é receita. Se cada transação demora três segundos a mais, uma fila de dez pessoas cresce meio minuto. Na hora do rush da manhã, isso é cliente que desiste.

Parcelamento é irrelevante. Ninguém parcela um cappuccino. A taxa de 12x, que domina os comparativos genéricos, é praticamente inútil como critério aqui.

Comparativo: as 6 melhores maquininhas para cafeteria

ModeloPreçoDébitoCrédito à vistaPixVoucherImpressoraRecebimento
InfinitePay SmartR$ 1991,37%3,15%0%Principais bandeirasSim1 dia útil
Ton T3a partir de R$ 91,801,39%3,34%0% com chave cadastradaMais de 50 bandeirasSim1 dia útil
SumUp Soloa partir de R$ 118,800,99%3,49%0%4 principaisNãoMesmo dia ou 2 dias
Mercado Pago Point Air 2a partir de R$ 53,911,40%3,42%0,49%3 principaisNãoNa hora
PagBank Moderninha Plus 2a partir de R$ 56,891,35%3,32%0,44%Linha ModerninhaNãoNa hora, 14 ou 30 dias
Cielo LIO Ona partir de R$ 238,801,07% a 2,09%3,48% a 4,68%a partir de 0,99%AmplaSimMesmo dia a 2 dias

Taxas na faixa de R$ 5 mil a R$ 10 mil de faturamento mensal, quando publicadas.

Como avaliamos as maquininhas para cafeteria

As 6 melhores maquininhas para cafeteria em 2026, uma a uma

1. InfinitePay Smart: melhor no geral para cafeteria

Maquininha InfinitePay Smart em fundo branco, terminal Android com impressora térmica imprimindo comprovante
A InfinitePay Smart roda Android na própria tela e imprime comprovante sem depender de outro aparelho no balcão.

O que decide a favor da InfinitePay em cafeteria não é a taxa de cartão, e sim o Pix. A marca não cobra nada pela modalidade em nenhuma faixa de faturamento, sem prazo promocional e sem teto de volume. Em uma casa que recebe um terço do faturamento por Pix, isso equivale a uma redução direta na conta de adquirência que nenhuma negociação de taxa de cartão consegue igualar.

Ficha técnicaInfinitePay Smart
PreçoR$ 199 à vista (ou 12x de R$ 16,58)
Taxa no débito1,37% (até R$ 20 mil/mês) a 0,75% (acima de R$ 80 mil/mês)
Crédito à vista3,15% a 2,69%, pela mesma régua de faturamento
Pix0%, sem limite de volume
Prazo de recebimento1 dia útil (padrão) ou na hora, com taxa maior
Aluguel e mensalidadeNão há aluguel nem mensalidade
ConectividadeWi-Fi e chip 4G inclusos
ImpressoraSim, térmica integrada
TelaTouch Android, com câmera e leitor de código de barras
Vale-refeição e alimentaçãoPrincipais bandeiras do mercado
Cadastro aceitoSomente CNPJ

No cartão, os números também são bons: 3,15% no crédito à vista na faixa até R$ 20 mil por mês, a menor taxa entre as marcas com tabela pública. O terminal é Android, imprime, tem câmera e leitor de código de barras, o que permite rodar cardápio e programa de fidelidade na própria tela.

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: cafeteria de bairro e coffee shop com faturamento entre R$ 15 mil e R$ 80 mil por mês e volume relevante de Pix. Para quem não é: casa cujo público paga majoritariamente com vale-refeição de bandeiras variadas.

Veredito: a escolha mais econômica para cafeteria com público que usa Pix. Se o seu forte é voucher, veja a próxima.

2. Ton T3: melhor cobertura de vale-refeição

Maquininha Ton T3 verde em fundo branco, com teclado físico, impressora integrada e tela colorida
A Ton T3 combina teclado físico e impressora, formato que resiste melhor a balcão úmido e movimentado.

Cafeteria que serve sanduíche, salgado ou prato do dia atende gente pagando com vale-refeição, e a Ton aceita mais de 50 administradoras, a maior cobertura do mercado. Isso inclui bandeiras regionais que as concorrentes não processam, e que costumam aparecer justamente no cliente de escritório do prédio ao lado.

Ficha técnicaTon T3 (e a variante T3 Turbo)
PreçoA partir de R$ 91,80 no plano Mega+ (T3 Black, R$ 109,65, só para CNPJ)
Taxa no débito0,57% nos 30 dias de promoção; depois 1,69% (até R$ 3 mil/mês) a 1,19% (acima de R$ 30 mil/mês)
Crédito à vista0,57% na promoção; depois 3,86% a 2,85%
PixSem taxa nos primeiros 30 dias e depois sem taxa com a chave Pix cadastrada na conta Ton
Prazo de recebimento1 dia útil (padrão); mesmo dia com acréscimo na taxa
Aluguel e mensalidadeNão há aluguel nem mensalidade
ConectividadeChip 4G multioperadora (Claro, Vivo e TIM) na variante Turbo, mais Wi-Fi
ImpressoraSim, térmica integrada
TelaColorida com teclado físico
Vale-refeição e alimentaçãoMais de 50 administradoras de vale-refeição e alimentação
Cadastro aceitoCPF ou CNPJ
GarantiaVitalícia enquanto a conta estiver ativa nos planos de entrada

O aparelho tem teclado físico, o que é uma vantagem concreta perto do vapor da máquina de café e das mãos molhadas do barista. A garantia vitalícia nos planos de entrada reduz o risco de um segundo desembolso.

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: cafeteria que serve refeição e recebe vale-refeição de bandeiras variadas. Para quem não é: casa exclusivamente de café e doce, onde a cobertura de voucher não faz diferença.

Veredito: escolha pela aceitação. Se metade do seu almoço é pago em voucher, a Ton se paga sozinha.

3. SumUp Solo: menor taxa de débito do comparativo

Maquininha SumUp Solo branca em fundo branco, apoiada na base de carregamento
A SumUp Solo tem chip próprio e é a porta de entrada da tabela de recebimento parcela a parcela da marca.

Cafeteria com público que paga no débito encontra na SumUp o melhor número da amostra: 0,80% na oferta de entrada e 0,99% nas faixas seguintes, contra 1,35% a 1,99% das concorrentes. Numa casa com R$ 20 mil mensais no débito, a diferença anual passa de R$ 1.400.

Ficha técnicaSumUp Solo
PreçoA partir de R$ 118,80 (ou 12x de R$ 9,90)
Taxa no débito0,80% na oferta de entrada; 0,99% nas faixas seguintes
Crédito à vista2,85% (até R$ 5 mil/mês) a 3,19% ou 3,49% conforme a faixa
Pix0% em todos os planos
Prazo de recebimentoNo mesmo dia, em até 2 dias úteis ou parcela a parcela (30 em 30 dias)
Aluguel e mensalidadeNão há
ConectividadeChip próprio e Wi-Fi, funciona sem celular
ImpressoraNão na versão Solo; há versão com impressora
BateriaLonga, com base de recarga opcional
Vale-refeição e alimentaçãoAlelo, VR, Ticket e Pluxee
Cadastro aceitoCPF ou CNPJ

O aparelho é compacto, tem chip próprio e não depende de celular, o que o torna discreto no balcão. Existe versão com impressora para quem precisa de cupom.

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: cafeteria com forte presença de débito e Pix, e pouco crédito. Para quem não é: casa que precisa entregar cupom impresso ou aceita voucher variado.

Veredito: a mais barata quando o débito domina o mix. Confira a proporção real das suas vendas antes de decidir.

4. Mercado Pago Point Air 2: melhor para quiosque e carrinho

Maquininha Mercado Pago Point Air 2 amarela em fundo branco, modelo com chip próprio e sem impressora
A Point Air 2 funciona sem celular e libera o saldo na hora, sem pedido manual de antecipação.

Operação de quiosque e carrinho de café tem restrição de espaço, de tomada e de tempo. A Point Air 2 é pequena, tem chip próprio, dispensa impressora e libera o saldo na hora, o que resolve a compra de reposição de insumo no mesmo dia.

Ficha técnicaMercado Pago Point Air 2
PreçoA partir de R$ 53,91
Taxa no débito0,74% na promoção; depois 1,99% a 1,25%
Crédito à vista3,99% na promoção; depois 4,98% a 3,08%
Pix0% na promoção; depois 0,49%
Prazo de recebimentoNa hora, em 14 dias ou em 30 dias
Aluguel e mensalidadeNão há
ConectividadeChip próprio e Wi-Fi, funciona sem celular
ImpressoraNão; comprovante digital
BateriaLonga, por não ter impressora
Vale-refeição e alimentaçãoAlelo, Pluxee e VR
Cadastro aceitoCPF ou CNPJ

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: quiosque, carrinho e cafeteria com balcão apertado que precisa girar o caixa diariamente. Para quem não é: casa que fatura muito por Pix.

Veredito: o melhor formato para espaço pequeno. O custo do Pix é o ponto a vigiar.

5. PagBank Moderninha Plus 2: melhor para sociedade no mesmo balcão

Maquininha PagBank Moderninha Plus 2 em fundo branco, modelo compacto com teclado físico e sem impressora
A Moderninha Plus 2 divide o recebimento entre até seis contas PagBank cadastradas no mesmo aparelho.

Cafeteria tocada por dois sócios, ou com barista parceiro que recebe por percentual, esbarra num problema comum: todo o dinheiro cai na conta de uma pessoa. A Moderninha Plus 2 permite cadastrar até seis contas PagBank no mesmo aparelho, e cada um recebe direto na própria conta.

Ficha técnicaPagBank Moderninha Plus 2
PreçoA partir de R$ 56,89
Taxa no débito0,58% na promoção; depois 2,39% a 1,23%
Crédito à vista0,58% na promoção; depois 4,99% a 2,92%
Pix0% na promoção; depois de 0,99% a 0,35%
Prazo de recebimentoNa hora, em 14 dias ou em 30 dias
Aluguel e mensalidadeNão há
ConectividadeChip 4G e Wi-Fi
ImpressoraNão; comprovante digital
Contas no mesmo aparelhoDivide o recebimento entre até 6 contas PagBank cadastradas no mesmo aparelho
Vale-refeição e alimentaçãoAs mesmas bandeiras da linha Moderninha
Cadastro aceitoCPF ou CNPJ

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: cafeteria com sociedade, barista parceiro ou espaço compartilhado. Para quem não é: operação com um único dono, que paga a taxa sem usar o recurso.

Veredito: resposta certa para um problema específico de sociedade.

6. Cielo LIO On: melhor para rede com mais de uma loja

Quando a cafeteria vira duas ou três unidades, aparecem exigências novas: consolidar vendas por loja, controlar estoque de grão e emitir nota. A LIO On roda aplicativos de gestão na própria tela e integra com ERP via TEF, o que centraliza a operação.

Ficha técnicaCielo LIO On
PreçoA partir de R$ 238,80 na compra, ou aluguel mensal conforme o plano
Taxa no débitoDe 1,07% a 2,09% conforme o plano e o volume
Crédito à vistaDe 3,48% a 4,68%
PixA partir de 0,99%
Prazo de recebimentoDo mesmo dia até 2 dias úteis, conforme o plano
Aluguel e mensalidadeDe R$ 49 a R$ 99 por mês, com isenção a partir de cerca de R$ 15 mil de faturamento mensal
ConectividadeChip 4G e Wi-Fi
ImpressoraSim, térmica integrada
TelaTouch Android com loja de aplicativos de gestão
Vale-refeição e alimentaçãoAmpla cobertura de vale-refeição e alimentação
EcossistemaTEF, integração com PDV e ERP, apps de gestão na própria tela, atendimento 24 horas

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: rede de cafeterias com controle centralizado de estoque e emissão fiscal. Para quem não é: casa única, que paga por integração que não usa.

Veredito: só faz sentido a partir da segunda loja.

Simulação: o custo real em uma cafeteria de bairro

Ticket médio de R$ 22, 1.500 vendas por mês, faturamento de R$ 33 mil. Mix: 40% no débito, 25% no crédito à vista, 30% em Pix e 5% em voucher.

MaquininhaCartõesPixVoucherCusto mensalCusto anual
InfinitePay SmartR$ 441R$ 0R$ 59R$ 500R$ 6.000
SumUp SoloR$ 419R$ 0R$ 59R$ 478R$ 5.736
Ton T3R$ 459R$ 0R$ 59R$ 518R$ 6.216
Mercado Pago Point Air 2R$ 467R$ 49R$ 59R$ 575R$ 6.900
Cielo LIO OnR$ 494R$ 98R$ 59R$ 651R$ 7.812

A diferença anual entre a primeira e a última colocada é de R$ 2.076, e quase metade dela vem exclusivamente da tarifa de Pix. É o argumento mais forte deste comparativo: em cafeteria, escolher pela taxa de cartão sem olhar o Pix leva à decisão errada.

O que mais afeta a fila do café

Perguntas frequentes

Qual a melhor maquininha para cafeteria com ticket baixo?

Para ticket baixo, o critério decisivo é a soma da taxa de débito com a tarifa de Pix, porque são as duas modalidades que dominam o balcão. A SumUp Solo tem a menor taxa de débito e Pix gratuito; a InfinitePay Smart tem Pix gratuito e melhor taxa de crédito, além de impressora. Marcas que cobram pelo Pix perdem terreno nesse perfil, mesmo com taxa de cartão parecida.

Cafeteria precisa aceitar vale-refeição?

Precisa se servir refeição, lanche completo ou prato do dia, porque o público de escritório usa vale-refeição no almoço. Casa que vende só café e confeitaria costuma receber pouco voucher. Aceitar exige CNPJ com CNAE elegível pelas regras do Programa de Alimentação do Trabalhador e credenciamento junto a cada bandeira separadamente, processo detalhado no guia sobre maquininhas que aceitam cartão alimentação.

Vale a pena maquininha com impressora em cafeteria?

Na maioria dos casos, não. O comprovante digital resolve, o aparelho sem bobina é menor, mais barato e tem bateria mais longa, e ninguém pede recibo de um café. A impressora se justifica quando a casa usa o cupom como comanda ou quando o público é corporativo e precisa de comprovante para reembolso.

Quanto custa a taxa de Pix nas maquininhas?

Varia muito. InfinitePay e SumUp não cobram nada em nenhum plano. A Ton mantém a gratuidade com a chave Pix cadastrada na conta. Mercado Pago cobra 0,49% e o PagBank varia de 0,99% a 0,35% conforme a faixa de faturamento. A Cielo parte de 0,99%. Em cafeteria, essa diferença costuma valer mais que a taxa de crédito.

Como acelerar o atendimento no horário de pico?

Três medidas resolvem a maior parte do problema: colocar o terminal em rede exclusiva ou com chip próprio, habilitar aproximação e Pix por aproximação, e evitar impressão automática de comprovante. Se a casa tem duas filas de atendimento, um segundo terminal costuma se pagar em poucas semanas de rush.

Posso usar o celular como maquininha na cafeteria?

Pode, como apoio. InfiniteTap, TapTon, Point Tap e o Tap to Pay do Nubank cobram por aproximação sem aparelho. Em balcão de cafeteria, porém, a solução tem limites: não passa cartão de tarja nem chip, o comprovante é digital e o celular fica ocupado. O passo a passo está em como transformar o celular em maquininha de cartão. Funciona bem como contingência ou para atendimento em mesa.

Cafeteria em shopping pode usar maquininha própria?

Pode, mas o contrato de locação do shopping às vezes exige integração com o sistema de apuração de faturamento do empreendimento, o que direciona a escolha para adquirentes com TEF certificado. Confira o contrato antes de comprar o aparelho, porque a exigência costuma aparecer só na hora da conciliação mensal.

Como apuramos

Fontes consultadas na apuração deste artigo:

André Pires

André Pires

Editor-chefe do CashReasons / Contador

André Pires edita o CashReasons e responde pela apuração das taxas e pela checagem final dos números que entram nos comparativos. Acompanha o mercado de adquirência brasileiro há mais de dez anos, do MDR à antecipação de recebíveis e às letras miúdas do contrato de aluguel de terminal, e escreve para quem está do outro lado do balcão: o dono do negócio que paga a taxa. Nenhum preço vai ao ar aqui sem conferência na fonte oficial da empresa ou nos dados públicos do Banco Central e da ABECS.