Melhor maquininha de cartão para CPF em 2026: 6 opções para autônomos sem CNPJ

Por · Atualizado em 1 de setembro de 2026 · Escolha da Maquininha

A melhor maquininha de cartão para CPF em 2026 é a Ton T3, única da amostra que reúne impressora, chip próprio, aceitação de pessoa física e garantia vitalícia por menos de R$ 100. Para quem quer a menor taxa e não se importa em operar pelo celular, a SumUp Solo cobra 0,80% no débito. E quem prefere receber na hora encontra na Mercado Pago Point Air 2 a liberação imediata do saldo sem exigir empresa aberta.

Principais conclusões

Este comparativo é para quem vende sem empresa aberta: manicure que atende em casa, professor particular, motorista, artesão, técnico que faz visita, vendedor de feira e prestador de serviço em geral. Ordenamos pelo custo total de operação no segundo mês, quando a taxa promocional já acabou. Para a comparação geral, sem o recorte de pessoa física, veja o ranking de melhores maquininhas de cartão.

As 6 melhores maquininhas para CPF: o resumo

  1. Ton T3, melhor conjunto geral, com impressora, chip próprio e garantia vitalícia.
  2. SumUp Solo, menor taxa de débito e crédito à vista para quem vende no CPF.
  3. Mercado Pago Point Air 2, melhor para quem precisa do dinheiro no mesmo dia.
  4. PagBank Moderninha Plus 2, melhor para quem divide o recebimento com outra pessoa.
  5. TapTon, melhor solução sem aparelho, cobrando por aproximação no celular.
  6. PagBank Minizinha Chip 3, melhor caminho para quem vai formalizar o MEI em breve.

Vender no CPF, abrir MEI ou exigir CNPJ: o que muda de fato

Antes de escolher o aparelho, vale entender a moldura legal, porque ela define quais opções estão realmente disponíveis para você.

Vender no CPF é permitido. Não existe lei que proíba pessoa física de aceitar cartão. As adquirentes que aceitam CPF fazem análise de crédito simplificada e liberam o cadastro em minutos.

A Receita Federal enxerga tudo. As instituições de pagamento entregam à Receita a Declaração de Informações sobre Operações com Cartões de Crédito e Débito. O que passou na sua maquininha é rendimento tributável e entra no carnê-leão ou na declaração anual, conforme o caso. Ignorar isso é o caminho mais rápido para cair na malha fina.

Voucher está fora. Vale-refeição e vale-alimentação só podem ser aceitos por estabelecimento com CNPJ e CNAE elegível, conforme as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador. Se o seu público paga com Alelo, VR, Ticket ou Pluxee, formalizar deixa de ser opcional.

Abrir MEI é grátis e rápido. O registro sai no mesmo dia no Portal do Empreendedor, o custo é o DAS mensal e o limite de faturamento em 2026 segue em R$ 81 mil por ano. Com CNPJ na mão, você destrava o Ton Black, o terminal da InfinitePay, a possibilidade de aceitar voucher e taxas melhores em praticamente todas as marcas.

Se você já decidiu formalizar, o comparativo de maquininhas para MEI mostra as opções por faixa de faturamento. Se vai continuar no CPF, siga por aqui.

Comparativo: as 6 opções liberadas para pessoa física

ModeloPreçoDébitoCrédito à vistaCrédito 12xPixRecebimentoImpressora
Ton T3a partir de R$ 91,801,69%3,86%20,39%0% com chave cadastrada1 dia útilSim
SumUp Soloa partir de R$ 118,800,80%2,85%9,90%0%Mesmo dia ou 2 dias úteisNão
Mercado Pago Point Air 2a partir de R$ 53,911,99%4,98%21,43%0,49%Na horaNão
PagBank Moderninha Plus 2a partir de R$ 56,892,39%4,99%22,59%0,99%Na hora, 14 ou 30 diasNão
TapTonGrátisTabela do TapTonTabela do TapTonTabela do TapTon0% com chave cadastrada1 dia útilNão
PagBank Minizinha Chip 3a partir de R$ 45,492,39%4,99%22,59%0,99%Na hora, 14 ou 30 diasNão

As taxas são as da primeira faixa de faturamento, já fora do período promocional, para Mastercard e Visa.

Como avaliamos as maquininhas para CPF

Quem vende no CPF tem restrições que o comércio formal não tem, e o ranking precisa refletir isso:

As 6 melhores maquininhas para CPF em 2026, uma a uma

1. Ton T3: melhor conjunto para quem vende no CPF

Maquininha Ton T3 verde em fundo branco, com teclado físico, impressora integrada e tela colorida
A Ton T3 combina teclado físico e impressora, formato que resiste melhor a balcão úmido e movimentado.

A Ton nasceu dentro da Stone justamente para atender quem a Stone não atende: autônomo, MEI e microcomércio. O cadastro no CPF é aceito sem exigência de comprovação de faturamento, e a T3 entrega impressora e chip próprio, o que resolve as duas maiores dores de quem atende fora de um balcão.

Ficha técnicaTon T3 (e a variante T3 Turbo)
PreçoA partir de R$ 91,80 no plano Mega+ (T3 Black, R$ 109,65, só para CNPJ)
Taxa no débito0,57% nos 30 dias de promoção; depois 1,69% (até R$ 3 mil/mês) a 1,19% (acima de R$ 30 mil/mês)
Crédito à vista0,57% na promoção; depois 3,86% a 2,85%
Crédito em 12x7,97% na promoção; depois 20,39% (até R$ 3 mil/mês) a 11,51% (acima de R$ 30 mil/mês)
PixSem taxa nos primeiros 30 dias e depois sem taxa com a chave Pix cadastrada na conta Ton
Prazo de recebimento1 dia útil (padrão); mesmo dia com acréscimo na taxa
Aluguel e mensalidadeNão há aluguel nem mensalidade
ConectividadeChip 4G multioperadora (Claro, Vivo e TIM) na variante Turbo, mais Wi-Fi
ImpressoraSim, térmica integrada
BateriaAté 16 horas de operação contínua na T3 Turbo
Cadastro aceitoCPF ou CNPJ
Parcelamento máximoAté 21x no plano Mega+
GarantiaVitalícia enquanto a conta estiver ativa nos planos de entrada

Em abril de 2026 a marca reformulou os planos: hoje existem o Ton Mega+, aberto a qualquer vendedor, inclusive pessoa física, e o Ton Black, exclusivo para CNPJ. Quem vende no CPF fica no Mega+, com parcelamento em até 21x e a régua de faturamento começando em 1,69% no débito.

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: prestador de serviço e vendedor de rua que atende todo dia e quer autonomia total do aparelho. Para quem não é: autônomo que parcela em 10x ou 12x com frequência.

Veredito: é a compra mais completa desta lista para pessoa física. O único ponto que exige atenção é o parcelamento longo.

2. SumUp Solo: a menor taxa disponível para pessoa física

Maquininha SumUp Solo branca em fundo branco, apoiada na base de carregamento
A SumUp Solo tem chip próprio e é a porta de entrada da tabela de recebimento parcela a parcela da marca.

A SumUp inverte a lógica da concorrência: em vez de reservar as taxas boas para quem fatura alto, ela publica 0,80% no débito e 2,85% no crédito à vista já na oferta de entrada, faixa que atende quem vende até R$ 5 mil por mês. Para o autônomo, é a diferença entre pagar taxa de iniciante e taxa de comércio médio.

Ficha técnicaSumUp Solo
PreçoA partir de R$ 118,80 (ou 12x de R$ 9,90)
Taxa no débito0,80% na oferta de entrada; 0,99% nas faixas seguintes
Crédito à vista2,85% (até R$ 5 mil/mês) a 3,19% ou 3,49% conforme a faixa
Crédito em 12x9,90% (até R$ 5 mil/mês) a 12,49%, recebendo antecipado; 3,49% a 2,99% recebendo parcela a parcela
Pix0% em todos os planos
Prazo de recebimentoNo mesmo dia, em até 2 dias úteis ou parcela a parcela (30 em 30 dias)
Aluguel e mensalidadeNão há
ConectividadeChip próprio e Wi-Fi, funciona sem celular
ImpressoraNão na versão Solo; há versão com impressora
BateriaLonga, com base de recarga opcional
Cadastro aceitoCPF ou CNPJ
Parcelamento máximoAté 12x

Há ainda uma segunda tabela, a de recebimento parcela a parcela, em que o parcelado em 12x sai por 3,49%. Se você vende serviço de ticket alto e não precisa do dinheiro imediatamente, essa é a economia mais expressiva disponível para pessoa física no mercado brasileiro.

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: autônomo com volume constante que quer minimizar taxa e aceita não ter impressora. Para quem não é: quem precisa entregar comprovante em papel por exigência do cliente.

Veredito: se o seu critério for exclusivamente custo por venda, é a melhor opção para CPF do mercado hoje.

3. Mercado Pago Point Air 2: melhor para receber na hora

Maquininha Mercado Pago Point Air 2 amarela em fundo branco, modelo com chip próprio e sem impressora
A Point Air 2 funciona sem celular e libera o saldo na hora, sem pedido manual de antecipação.

Autônomo raramente tem reserva de caixa, e esperar um dia útil às vezes significa não conseguir comprar o material do próximo serviço. A Point Air 2 libera o saldo na hora como padrão, sem pedido manual e sem taxa extra de antecipação sobre o débito e o crédito à vista.

Ficha técnicaMercado Pago Point Air 2
PreçoA partir de R$ 53,91
Taxa no débito0,74% na promoção; depois 1,99% a 1,25%
Crédito à vista3,99% na promoção; depois 4,98% a 3,08%
Crédito em 12x8,99% na promoção; depois 21,43% a 11,78%
Pix0% na promoção; depois 0,49%
Prazo de recebimentoNa hora, em 14 dias ou em 30 dias
Aluguel e mensalidadeNão há
ConectividadeChip próprio e Wi-Fi, funciona sem celular
ImpressoraNão; comprovante digital
BateriaLonga, por não ter impressora
Cadastro aceitoCPF ou CNPJ
Parcelamento máximoAté 18x

Além da ficha acima, vale registrar o efeito colateral: a conta Mercado Pago é usada por milhões de brasileiros como conta principal, então o dinheiro já cai onde você paga boleto, transfere e usa cartão, sem etapa intermediária.

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: autônomo com caixa apertado que precisa do dinheiro da venda no mesmo dia. Para quem não é: quem vende ticket alto no crédito à vista, porque a taxa pesa demais.

Veredito: contrate pelo prazo, não pela taxa. Se o seu caixa aguenta um dia útil, Ton e SumUp saem bem mais baratas.

4. PagBank Moderninha Plus 2: melhor para dividir o recebimento

Maquininha PagBank Moderninha Plus 2 em fundo branco, modelo compacto com teclado físico e sem impressora
A Moderninha Plus 2 divide o recebimento entre até seis contas PagBank cadastradas no mesmo aparelho.

Existe um caso comum entre autônomos que quase nenhum comparativo cobre: duas ou mais pessoas que atendem no mesmo espaço e usam a mesma maquininha. Manicure e cabeleireira que dividem sala, dois técnicos que atendem juntos, casal que vende na mesma barraca. A Moderninha Plus 2 resolve isso ao permitir cadastrar até seis contas PagBank no mesmo aparelho, com cada profissional recebendo direto na própria conta.

Ficha técnicaPagBank Moderninha Plus 2
PreçoA partir de R$ 56,89
Taxa no débito0,58% na promoção; depois 2,39% a 1,23%
Crédito à vista0,58% na promoção; depois 4,99% a 2,92%
Crédito em 12x7,98% na promoção; depois 22,59% a 12,36%
Pix0% na promoção; depois de 0,99% a 0,35%
Prazo de recebimentoNa hora, em 14 dias ou em 30 dias
Aluguel e mensalidadeNão há
ConectividadeChip 4G e Wi-Fi
ImpressoraNão; comprovante digital
Contas no mesmo aparelhoDivide o recebimento entre até 6 contas PagBank cadastradas no mesmo aparelho
Cadastro aceitoCPF ou CNPJ

Sem esse recurso, o dinheiro cai todo na conta de uma pessoa e o acerto vira uma transferência manual no fim do dia, com o risco tributário de o titular declarar como renda própria o que é do outro.

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: profissionais que compartilham espaço e precisam separar o recebimento na origem. Para quem não é: quem atende sozinho e vai pagar a taxa de entrada alta sem usar o recurso que justifica o modelo.

Veredito: é a resposta certa para um problema específico. Se você atende sozinho, escolha outro aparelho.

5. TapTon: cobrar no celular sem gastar com aparelho

O TapTon é a versão da Ton que dispensa hardware: o cliente encosta o cartão ou o celular na traseira do seu telefone e a venda acontece. Custo de entrada zero, cadastro no CPF aceito e o dinheiro cai na mesma conta Ton.

Ficha técnicaTapTon
PreçoGrátis (app no celular)
Taxa no débitoTabela própria do TapTon, na mesma lógica de faixas do plano Mega+
Crédito à vistaTabela própria do TapTon
PixSem taxa com a chave Pix cadastrada
Prazo de recebimento1 dia útil
Aluguel e mensalidadeNão há
ConectividadeInternet do celular
ImpressoraNão; comprovante digital
Cadastro aceitoCPF ou CNPJ

O TapTon tem tabela de taxas própria, diferente da maquininha física, então confira os números no aplicativo antes de decidir. A vantagem é testar a demanda sem investir nada e migrar para a T3 quando o volume justificar, sem trocar de conta nem de marca.

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: autônomo que vende pouco, atende com o celular na mão e quer testar antes de investir. Para quem não é: quem atende público que ainda usa cartão sem contactless.

Veredito: a forma mais barata de aceitar cartão no CPF. Sirva-se dela como teste, não como solução definitiva.

6. PagBank Minizinha Chip 3: melhor ponte do CPF para o MEI

Maquininha PagBank Minizinha Chip 3 amarela em fundo branco, modelo de bolso com chip próprio
A Minizinha Chip 3 funciona sem celular e tem bateria de vários dias em uso esporádico.

Quem vende no CPF hoje e planeja formalizar em alguns meses ganha ao escolher uma marca que faz essa transição sem atrito. O PagBank permite migrar o cadastro de pessoa física para CNPJ mantendo o aparelho, o histórico de vendas e a conta, o que preserva o relacionamento que define a sua faixa de taxa.

Ficha técnicaPagBank Minizinha Chip 3
PreçoA partir de R$ 45,49
Taxa no débito0,58% na promoção; depois 2,39% a 1,23%
Crédito à vista0,58% na promoção; depois 4,99% a 2,92%
Crédito em 12x7,98% na promoção; depois 22,59% a 12,36%
Pix0% na promoção; depois de 0,99% a 0,35%
Prazo de recebimentoNa hora, em 14 dias ou em 30 dias
Aluguel e mensalidadeNão há
ConectividadeChip próprio, funciona sem celular
ImpressoraNão; comprovante digital
BateriaVários dias em volume baixo
Cadastro aceitoCPF ou CNPJ

A Minizinha Chip 3 custa cerca de R$ 45, funciona com chip próprio e a bateria dura vários dias em volume baixo. É o suficiente para atravessar a fase de teste sem gastar muito.

Pontos fortes

Pontos fracos

Para quem é: autônomo em transição, que vai abrir MEI nos próximos meses. Para quem não é: quem já tem volume alto e vai sentir a taxa de entrada.

Veredito: compre pensando na migração. Assim que o CNPJ sair, revise a sua faixa e considere trocar de modelo.

Simulação: quanto sobra no bolso do autônomo

Mix típico de prestador de serviço: 35% no débito, 40% no crédito à vista, 15% no crédito em 6x e 10% no Pix.

Faturamento mensalTon T3SumUp SoloMercado Pago Point Air 2PagBank Moderninha Plus 2
R$ 1.500R$ 44,10R$ 32,40R$ 54,50R$ 56,70
R$ 4.000R$ 117,60R$ 86,40R$ 145,30R$ 151,20
R$ 8.000R$ 235,20R$ 172,80R$ 290,60R$ 302,40

Em R$ 8 mil mensais, a diferença anual entre a SumUp e o PagBank passa de R$ 1.550. É mais que o custo de abrir e manter um MEI por um ano inteiro, o que ajuda a colocar em perspectiva a decisão de formalizar.

Cuidados fiscais que ninguém conta na hora da venda

Perguntas frequentes

Qual a melhor maquininha de cartão para CPF sem taxa de aluguel?

Todas as seis opções deste comparativo funcionam sem aluguel e sem mensalidade: você compra o aparelho uma vez, ou usa o celular sem custo, e paga apenas a taxa por venda. Entre elas, a Ton T3 é a mais completa e a SumUp Solo tem a menor taxa. Marcas que trabalham com comodato, como Stone e Rede, não aceitam cadastro de pessoa física.

Pessoa física pode aceitar vale-refeição na maquininha?

Não. As regras do Programa de Alimentação do Trabalhador exigem CNPJ ativo com CNAE elegível nos setores de alimentação, refeição ou cultura, além de credenciamento junto a cada bandeira. Nenhuma maquininha libera voucher para cadastro em CPF, independentemente da marca.

A Receita Federal cobra imposto sobre as vendas passadas no meu CPF?

As vendas em si não têm imposto na fonte, mas o valor é rendimento tributável e precisa ser declarado. A adquirente informa à Receita o total transacionado no seu CPF por meio de declaração obrigatória. Dependendo do volume mensal, você fica sujeito ao carnê-leão e, na declaração anual, à tabela progressiva do imposto de renda.

Vale mais a pena abrir MEI do que continuar no CPF?

Na maioria dos casos, sim. O MEI custa um DAS mensal de valor fixo, dispensa carnê-leão, libera taxas melhores nas adquirentes, permite aceitar voucher e dá acesso a planos exclusivos para CNPJ. O limite de faturamento em 2026 é de R$ 81 mil por ano. Acima disso, o enquadramento correto passa a ser microempresa.

Posso transferir uma maquininha comprada no meu CPF para outra pessoa?

O aparelho comprado é seu e pode ser repassado fisicamente, mas o novo usuário precisa cadastrá-lo na própria conta, e nem todas as marcas permitem transferência de titularidade do terminal. O caminho comum é o novo dono abrir a própria conta e vincular o aparelho, quando a adquirente permite. Equipamento em comodato não pode ser repassado.

O dinheiro pode cair em conta poupança?

Depende da marca. A maioria transfere para qualquer conta em nome do mesmo titular, incluindo poupança, mas algumas exigem conta corrente ou usam a própria conta digital como destino padrão. Na prática, todas as opções desta lista abrem uma conta digital gratuita em seu nome, e o dinheiro cai ali antes de qualquer transferência.

O que acontece se eu ultrapassar um faturamento alto vendendo no CPF?

Não existe um teto legal para pessoa física aceitar cartão, mas dois efeitos aparecem. O primeiro é tributário: quanto maior o rendimento, maior a alíquota da tabela progressiva, que chega a patamares bem acima do que um MEI ou uma microempresa pagariam. O segundo é cadastral: a adquirente pode solicitar CNPJ para manter o volume, por exigência de prevenção à lavagem de dinheiro.

Como apuramos

Fontes consultadas na apuração deste artigo:

André Pires

André Pires

Editor-chefe do CashReasons / Contador

André Pires edita o CashReasons e responde pela apuração das taxas e pela checagem final dos números que entram nos comparativos. Acompanha o mercado de adquirência brasileiro há mais de dez anos, do MDR à antecipação de recebíveis e às letras miúdas do contrato de aluguel de terminal, e escreve para quem está do outro lado do balcão: o dono do negócio que paga a taxa. Nenhum preço vai ao ar aqui sem conferência na fonte oficial da empresa ou nos dados públicos do Banco Central e da ABECS.